Já ouviu falar sobre o termo smart city? Ele está intimamente ligado às diversas tecnologias de automação residencial que vêm impactando a vida nas grandes cidades. Diz respeito à relação tecnológica de integração entre moradias e vizinhanças conectadas ou serviços de infraestrutura urbana computadorizados, entre outros itens.
Assim como os smartphones, geladeiras, TV’s, relógios e infinidade de utensílios conectados (internet das coisas), as tecnologias de automação, acesso remoto e conectividade têm se expandido para além do domínio particular/privado.
Quer saber mais sobre o que está se modificando no ambiente em que vivemos, principalmente nas nossas casas? Acompanhe o post!
O que são cidades inteligentes, afinal?
As cidades inteligentes se realizam na integração de mecanismos de automação para controle do tráfego, com semáforos inteligentes com sensores responsivos; de segurança pública, com larga utilização de câmeras de monitoramento; além de dispositivos integrados aos sistemas de transporte público, como ônibus e metrô.
Um componente de central importância que constitui o todo de uma smart city é a smart home. Dessa forma, para efetivamente se viver a realidade da cidade inteligente, é preciso que haja relação direta entre automação residencial e tecnologias smart home integradas, de alguma maneira, a serviços públicos. E isso só ocorre se houver suficiente adesão dos cidadãos a essas tecnologias domésticas.
A chave para a mudança sustentável do mundo
Diante das cada vez mais catástrofes naturais noticiadas, a sociedade tem estado mais consciente de que o planeta não é indestrutível e de que os recursos naturais não são inesgotáveis. Questões como energia limpa, redução do consumo de água e energia elétrica, entre outras medidas necessárias para preservar a natureza, estão cada vez mais encontrando respostas na tecnologia.
Cidades como Copenhagen, Vienna e Amsterdam possuem sistemas integrados de produção e de economia de energia, com vistas à preservação do ambiente e à qualidade de vida de seus habitantes. Essas citadas smart cities produzem energia eólica e solar para controle de iluminação pública, semáforos com zero de desperdício, tudo graças aos dispositivos de controle e automação.
Automação residencial no controle de consumo energético
Há várias opções no mercado de dispositivos integrados que monitoram uso da energia elétrica de residências em tempo real, o que representa um enorme passo, pois tais tecnologias tornam o consumidor um tomador de decisão em relação ao seu próprio consumo.
Tais dispositivos funcionam muito bem com painéis de energia solar, oferecendo diferentes configurações para melhorar a produção de energia, além possibilitarem também o controle do consumo.
Tecnologias de automação tornando a vida mais fácil
Recursos de automação integrados podem ser controlados remotamente. Com eles, você poderá acessar sua casa inteligente através de um dispositivo mobile com Android ou iOS, ou via navegador na web. Dessa maneira, será possível controlar remotamente seu ambiente doméstico, ajustando detalhes como iluminação ou até mesmo sistema de som e home theater, além de adequar a temperatura e, principalmente, verificar as câmeras de segurança de seu sistema. Isso garantirá comodidade e segurança ao proprietário.
Conectividade entre o público e o privado em segurança
Esse controle remoto via automação de iluminação de residências pode, por exemplo, evitar arrombamentos, simulando a presença dos moradores no local. Ademais, casas monitoradas via câmeras podem tornar ruas inteiras mais seguras, fornecendo eventualmente dados sobre possíveis autores de crimes no local.
Outro recurso de automação residencial que auxilia na segurança de seu lar é o acesso via biometria. Esse recurso dificulta arrombamentos e promove o controle efetivo do acesso ao local.
Fonte: Rockheine
